Um ano sem respostas: família de José Alexandre, o “Negão”, cobra justiça após crime na Vila Nova, em Palmeira dos Índios
Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181. O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades, e os familiares esperam que o responsável seja encontrado e responda pelo crime.
Por Redação
Às vésperas de completar um ano da morte de José Alexandre, conhecido como “Negão”, familiares voltaram a cobrar justiça e pedir respostas sobre o caso. O crime aconteceu no dia 14 de setembro de 2025, durante uma festa realizada no bairro Vila Nova.
Segundo a família, José Alexandre foi atingido por golpes de faca durante uma confusão no evento. O homem apontado como suspeito do crime seria conhecido dos familiares e continua foragido. A família afirma que aguarda a localização do suspeito e o avanço das investigações para que o caso tenha uma conclusão.
A irmã da vítima, Maria Betânia, destacou que a família não busca vingança, mas justiça pela morte de José Alexandre e pelo sofrimento causado pela perda. “Eu não quero vingança, eu quero justiça. Justiça pela mãe que chora todos os dias, pelas minhas irmãs e pela população que também pede justiça”, afirmou.
Edna dos Santos, irmã de Negão, relembrou a dor da perda e afirmou que a família continua abalada com a ausência do irmão. Segundo ela, o sentimento é de revolta ao ver que o suspeito permanece sem ser localizado. Edineide dos Santos também falou sobre o sofrimento vivido pelos familiares e destacou a saudade deixada pelos filhos de José Alexandre, que convivem diariamente com a falta do pai.
A família reforça o pedido para que qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro do suspeito procure as autoridades. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.
O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades, e os familiares esperam que o responsável seja encontrado e responda pelo crime. A família reforça o pedido para que qualquer pessoa que tenha informações sobre o paradeiro do suspeito procure as autoridades.
Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181. O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades, e os familiares esperam que o responsável seja encontrado e responda pelo crime.
Advogado da família cobra avanço das investigações e cumprimento da ordem judicial
Recentemente, o advogado Dr. André Ferreira, que passou a representar os interesses da família de José Alexandre, afirmou que o principal objetivo dos familiares é obter uma resposta da Justiça. Segundo ele, “a família não busca vingança. O que ela deseja é justiça”, e cabe às autoridades assegurar que o responsável responda pelo crime.
O advogado destaca que, conforme consta no processo, o investigado permanece foragido, situação que prolonga o sofrimento dos familiares. Segundo ele, “a família vive a aflição de saber que, até o momento, ele não foi localizado”. André Ferreira também afirma que há informações de que o suspeito estaria recebendo auxílio de terceiros para permanecer escondido, circunstância que, segundo a defesa, deve ser devidamente apurada pelas autoridades competentes.
Outro ponto ressaltado pelo advogado é que, embora o investigado ainda não tenha sido localizado, ele já constituiu defesa técnica. André Ferreira lembra que “todo acusado tem o direito constitucional à ampla defesa e à assistência de advogado”, mas afirma que essa situação reforça a expectativa da família para que as autoridades intensifiquem as diligências e cumpram a ordem judicial de prisão.
O advogado também faz um apelo para que qualquer pessoa que possua informações sobre o paradeiro do investigado procure as autoridades por meio dos canais oficiais, como o Disque-Denúncia 181. Segundo ele, “a fotografia do investigado já foi amplamente divulgada pelas autoridades e qualquer informação relevante pode auxiliar no avanço das investigações”.
Por fim, André Ferreira destaca que um dos aspectos mais marcantes do caso é que, segundo relatos, José Alexandre e o investigado eram amigos na infância e adolescência. Para a defesa, “a família de José Alexandre continua unida, aguardando uma resposta do Estado e confiando que o responsável será localizado, processado e julgado na forma da lei”, tendo como único desejo “justiça, dentro dos limites da lei e com respeito ao devido processo legal”.