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Sem cabresto: modelo adotado por JHC dá mais segurança política aos vereadores de Alagoas

Experiência em Maceió é apontada por vereadores como referência que pode se expandir por Alagoas caso JHC chegue ao governo estadual em 2026

Por Redação

Durante muito tempo, em várias cidades do interior, vereador não escolhia livremente em quem votar para governador. A decisão, quase sempre, passava antes pelo crivo do prefeito. Era o chamado “cabresto” político, uma prática silenciosa que condicionava posicionamentos por medo de retaliações administrativas.

Esse cenário ainda é realidade em alguns municípios. Há vereadores que admitem, nos bastidores, que não têm autonomia para declarar apoio a candidatos estaduais sem medir as consequências locais. O mandato, muitas vezes, fica preso a uma lógica de dependência que vai além da atuação na Câmara.

Em Maceió, porém, esse comportamento começou a ser revisto na gestão de JHC. Vereadores relatam que passaram a ter espaço para exercer o mandato sem a pressão constante de alinhamentos políticos impostos. A relação com o Executivo deixou de ser baseada em controle e passou a ser construída no diálogo.

Essa mudança alterou a postura de muitos parlamentares. Sem a necessidade de seguir orientações por receio, passaram a se posicionar com mais segurança, inclusive em temas que extrapolam o debate municipal. A liberdade política deixou de ser discurso e passou a fazer parte da rotina.

Nos corredores da Câmara, é comum ouvir que o ambiente atual permite ao vereador decidir por conta própria, sem a sombra de ameaças veladas. Isso influencia diretamente na forma como cada um se coloca diante das disputas estaduais e dos projetos políticos que envolvem Alagoas como um todo.

A forma como JHC conduz a relação institucional é apontada como o ponto central dessa transformação. Ao abrir espaço e respeitar o papel do Legislativo, criou um clima onde o parlamentar entende que pode atuar sem depender de permissões políticas.

A experiência vivida em Maceió tem feito vereadores de toda Alagoas refletirem sobre o que pode acontecer em uma escala maior. A avaliação é de que, se eleito governador em 2026, JHC pode ampliar esse modelo de relação para câmaras municipais de todo o estado e tornar um Estado avançado e acessível para todos.